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TIAGO GARVI
( BRASIL - MINAS GERAIS )


Natural de Varginha - MG, desde criança gostava de escrever poesias, principalmente com versos rimados, por amor à musicalidade das palavras.
Graduou-se em Direito também pelo gosto pela língua portuguesa. Na carreira de Oficial de Justiça há quase duas décadas, buscou na gastronomia — outra graduação que conquistou — e na escrita o inverso do que esperam de sua  profissão: boas notícia e energias, bons momentos e sentimentos. E desde então vem se dedicando mais à escrita e participado de projetos e publicações coletivas.
Instagram: @tiagogarvi
tiagogarciavieira@gmail.com

 

 


CENA POÉTICA 10 - POESIA & PROSA. Adircilene Batista; e outros. Belo Horizonte, MG: RS Edições,
2024. 216 p.   Exemplar da biblioteca de Salomão Sousa



Te ver sofrer



Ter conhecimento do que sentes
Saber o que te aflige assim
Mesmo que a resposta já esteja em mente
Prefiro que contes para mim

Não garanto resolver teus problemas
Falta-me direito e competência para tal
Posto que sequer a meus dilemas
Consigo dar cabo, um ponto final

Pedi a Deus que me enviasse a solução
A cura exata e eficaz para tua dor
Mas o melhor remédio já possui meu coração
Não me é estranho, o nome dele: Amor

Querendo falar, estou disposto a ouvir
Sou de carne e osso, mas posso ser abrigo
Querendo calar, só me resta sorrir
E ainda que não precise, tens aqui um abrigo


Sonho

Hoje tive teu sonho
O mais lindo e contente
Nós estávamos juntos
Livres de corpo e mente

O coração dava as ordens
Nós só as obedecíamos
Nos beijamos como sempre
E nunca imaginaríamos

E que beijo, que abraço!
O seu corpo e o meu unidos
Sem culpa, sem maldade
Longe de sermos punidos

Não foi sonho de adolescente
Nada de erótico tinha
Era tudo muito simples
Eu era seu e você minha.
 

 
       Louvor ao Vento

      
Abençoado seja! Oh, Vento!
       Traga todo o se alento.
       Transforma o que é tormento
       Em doce e singelo contentamento.

       É, por demais, seu princípio ativo
       Felicidade para qualquer ser vivo
       No que toca e põe seu crivo
       Causa furor compulsivo.

       Vento Sul, Vento Norte!
       Largo-me à sua sorte.
       Vento flui! Vento Forte!
       Suaviza o próprio corte.

       Se esquenta ou se congela
       Sempre afaga e interpela.
       Quando necessário atropela
       Acaricia, nunca flagela


VEJA  e LEIA  outros poetas de MINAS GERAIS  em nosso Portal:

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Página publicada em outubro de 2022

 

 

 
 
 
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